Divulgamos aqui nossos textos participantes.
Muito orgulho de vocês, nossos alunos incríveis e fabulosos!!!
Limitando o uso das telas: uma parceria a se fazer com o tempo
Já faz parte do senso comum admitir a importância dos aparelhos eletrônicos e da internet no tecido social. Atualmente, é a tecnologia usada para absolutamente tudo. Pesquisar, trabalhar, se comunicar. Sem esquecer de que na pandemia da covid-19 as redes sociais foram o meio mais utilizado para a comunicação com nossos familiares e amigos. Além disso, a internet, de modo geral, foi amplamente utilizada para realização de estudos, trabalho, aquisição de informação, leitura, entretenimento e outras atividades criadas nessa época. Tudo isso on-line, o que há alguns anos seria inimaginável, a partir de 2020 tornou-se uma realidade, contudo, ainda não sabemos qual seria o limite exato para o uso saudável dessa invenção humana tão endeusada.
A pandemia entrou tristemente para a história, o tempo passou e com ele a tecnologia foi avançando, entretanto os cuidados e limites com as telas foram diminuindo. E hoje, temos conhecimento de adultos, jovens e crianças que estão desenvolvendo vários problemas com a saúde física e mental. De acordo com a pediatra Ana Luiza Braga, da cidade de Campinas-SP, foi feita uma pesquisa nos Estados Unidos, cujo resultado mostrou que durante a quarentena as crianças estavam gastando cerca de metade do dia diante das telas dos dispositivos eletrônicos. “Esses dados exigem atenção. O uso excessivo, que tende a aumentar durante o isolamento social, implica riscos à saúde física e emocional dos pequenos.”, comenta a doutora. E atualmente não é diferente, fato tão preocupante que a Lei 15.100/2025 foi decretada no Brasil, restringindo o uso de celulares nas escolas de educação básica, com a finalidade de mitigar os impactos negativos do uso excessivo de celulares.
Vale ressaltar que o uso de celulares nas escolas estava naturalizado, o que estava trazendo problemas na concentração dos estudantes, além das possíveis implicações na saúde física, mental e emocional das crianças e adolescentes. Logo, a tão polêmica lei foi criada para salvaguardar o direito ao ensino, garantido pela constituição, uma vez que todos os estudos que fundamentaram a lei apontaram o uso excessivo do aparelho como um dos responsáveis por diminuir a concentração dos estudantes durante as atividades dedicadas ao estudo e desenvolvimento do pensamento.
Outro agravante do uso exagerado de celular refere-se à segurança das crianças e adolescentes no mundo virtual. Pesquisa publicada pelo ChildFund Brasil alerta para o fato de que os adolescentes ficam, em média, 4 horas por dia na internet, pasmem : além das atividades escolares. O dado assusta, pois complementa que 5,6 milhões de adolescentes podem já ter sofrido violência sexual. Intervir nessa realidade é responsabilidade dos adultos, daí a necessidade de monitoramento e estabelecer limite no uso.
Portanto, limitar o uso das telas parece um monstro de sete cabeças, mas na verdade também é uma questão de tempo. Assim como foi naturalizado o uso das escolas, essa prática possivelmente será revertida. E crianças e adolescentes vão criar memórias com quem amam, criar memórias para contar para as pessoas, porque a vida está acontecendo por aí, muito além das telas.
Ashley Ribeiro
Equilíbrio e qualidade de vida
Em dezembro de 2024, foi assinada pelo Presidente da República a Lei 15100/2025 restringindo a utilização de celulares e outros dispositivos eletrônicos pelos alunos nas unidades escolares da rede pública e privada de ensino, promulgada para melhorar a educação nas escolas e a saúde física, mental e emocional dos alunos, porque pesquisas comprovaram que o uso exagerado dos equipamentos era uma das causas da falta de atenção e interação dos estudantes.
Em primeiro lugar vamos observar os acontecimentos que prejudicam as pessoas por conta de aparelhos eletrônicos, o médico neurocirurgião Felipe Mendes, membro da sociedade brasileira de neurocirurgia, alerta para os riscos do uso excessivo do celular afirmando que “O uso prolongado pode causar alterações cerebrais significativas, que afetam tanto a saúde física quanto a mental”.
Outro prejuízo do uso excessivo dos celulares tem a ver com a qualidade das relações familiares, pois não é só na escola e somente estudantes que abusam da tecnologia digital, há responsáveis por crianças que não dão atenção para seus filhos por conta desses aparelhos.
No entanto, há algumas vantagens no uso dessa tecnologia tão acolhida pela sociedade, a principal delas é que esses aparelhos contribuem muito para a manutenção da saúde e da própria existência da humanidade, pois podem rastrear frequência cardíaca, padrões de sono, níveis de atividades física e até mesmo sinais vitais como oxigênio no sangue. Sem contar que serve para ajudar as pessoas com que elas precisam em atividades do dia a dia, das mais básicas às mais sofisticadas.
Portanto, é necessário o equilíbrio do uso do celular entre crianças e adolescentes, assim o jovem irá desenvolver-se com qualidade, adquirindo conhecimento com saúde e tornando-se um adulto autônomo.
Davi Mattos
A verdadeira liberdade
Em dezembro de 2024, a Lei 15100/2025, restringindo o uso de celulares na escola, foi promulgada para melhorar a educação básica. Isso tornou-se necessário a partir de estudos realizados tanto em âmbito global como em universidades brasileiras, os quais confirmaram que o uso exagerado prejudica a aprendizagem nas escolas. Segundo o relatório do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) de 2022, 65% dos estudantes afirmaram que ficaram distraídos por estar usando celular e outros eletrônicos nas aulas de matemática; outros 59% relataram que a distração foi causada por colegas estarem usando os dispositivos. Tais dados chamaram a atenção das autoridades brasileiras que agiram em favor de crianças e, sobretudo, adolescentes brasileiros.
Apesar de os celulares servirem para coisas muito úteis, como por exemplo aprofundar o ensino e a capacidade do aluno, foi constatado que não era isso que vinha acontecendo, uma vez que alunos, sem um limite oferecido pelos adultos, abusaram do uso dessa ferramenta tecnológica. Essa realidade trouxe para as salas de aula muitos momentos de distração, desatenção, conflitos disciplinares, desigualdade de acesso, isolamento social, problemas de saúde mental e problemas físicos. Uma lista de prejuízos, que possivelmente será revertida com o bom senso de todos.
Um exemplo bem simples desses prejuízos e que provoca impacto muito negativo no desenvolvimento da aprendizagem é o fato de que, muitas vezes, estudantes estavam com o celular, enquanto professores explicavam um conceito novo; ou quando estavam fazendo uma avaliação/atividade, que requer atenção, o celular despertava, fazia um barulho, perdendo o foco e concentração dos alunos. Essas ocorrências são relatadas por alunos e professores em uma série de reportagens sobre o tema, portanto é um consenso de que o celular nas aulas, sem limite, traz mais prejuízos que benefícios.
Além disso, o uso exagerado como estava sendo naturalizado entre os estudantes, mostrou que interfere, e muito, em atividades essenciais como brincar, socializar, descansar e alimentar-se da maneira correta. É o que destaca a psicóloga Marjorie Rodrigues Wanderley, do Hospital Pequeno Príncipe, pois de acordo com a especialista, dois principais fatores estão relacionados a casos de ansiedade: a frequência e o modo de uso. Se a sociedade tem consciência dessa realidade, não é justo para com os jovens permitir que sejam atingidos dessa maneira, felizmente algo está sendo feito.
Logo, a partir dessas reflexões, percebe-se que a proibição do uso de celular não foi algo que prejudicou mais do que ajudou, como muitos acreditam. As pessoas, de modo geral, incluindo crianças e adolescentes, não devem ficar dependentes demais dele, porque qualquer tecnologia digital se for usada de maneira adequada, será extremamente útil. E, finalmente, as crianças e adolescentes ficarão livres da dependência do celular e irão lembrar de que a vida não gira em torno das redes, há um mundo lindo e real além das telas.
Isabela Rossi
A vida além das telas
A vida além telas tem suas desvantagens e suas vantagens, para adolescentes, adultos e idosos, isso porque a tecnologia pode prosseguir ajudando e/ou prejudicando a saúde mental. E como isso acontece?
A vantagem da tecnologia é que ela traz e ajuda o dia a dia das pessoas. Ela permite acesso rápido às informações, dá pra conversar com pessoas distantes, tirar as pessoas do tédio, ajuda a fazer receitas e muito mais. Na área da saúde, agricultura, economia e indústria os impactos positivos são enormes, não se pode esquecer.
No entanto, a internet também pode trazer coisas totalmente diferentes do nosso mundo real, e isso pode prejudicar principalmente a vida dos jovens. E quando chamamos a atenção para as meninas e mulheres, os prejuízos podem ser maiores. Há os riscos de abuso e violência sexual, que podem começar na internet.
É fato indiscutível que o excesso de tela pode ser ruim para a saúde das pessoas, tanto física como mental. Além disso, o uso exagerado de tecnologia digital pode dificultar a socialização e trazer problemas com a autoestima, sabe-se que muitas vezes jovens preocupam-se demais com o que outras pessoas podem pensar sobre eles a partir do que vêm publicado na internet.
Enfim, a internet pode ser ruim e boa ao mesmo tempo, no mesmo contexto. Ao trazer vícios, quanto ao seu uso, mostra-se como algo ruim; porém, ela pode ser útil ao trazer praticidade no dia a dia das pessoas. Portanto, é preciso refletir sobre quando a vida além das telas deve ter um espaço em nossas vidas.
Jênifer de Jesus
A vida que ninguém vê
2020. Ano de pandemia. Época em que todas as pessoas ficaram trancadas em suas casas, apenas com uma única coisa que parecia entretê-las: o celular. Dia, tarde, noite e até madrugadas preenchidas de informações fornecidas pelas redes sociais e outras funções dos aparelhos eletrônicos. Mas será que essa abundância de telas faz realmente bem para as gerações de hoje em dia?
Atualmente, a influência de telas em nosso dia a dia é muito grande, segundo a psicóloga Tatiane Possani, doutora em Psicobiologia pela FFCLRP da USP, é indiscutível que o uso da tecnologia pode colaborar para a otimização do tempo, gerenciamento de tarefas e trazer maior rapidez para desempenhar diversas atividades, entretanto, o estar a todo momento conectado pode dificultar o estabelecimento de prioridades. Imagine isso quando a conversa é sobre crianças e adolescentes, os prejuízos podem ser multiplicados.
Constatações como a citada acima são frequentes na área da saúde e educação, destacando que o excesso de tecnologia na nossa vida já se mostrou muito ruim de alguns anos para cá, acompanhando o avanço dela mesma. As discussões só ampliam a necessidade de limitar o acesso às telas, como uma pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) a qual concluiu que o uso excessivo de telas está ligado a uma piora da saúde mental de idosos, adultos, adolescentes e crianças. Mais preocupante ainda é em relação às crianças, pois esse mesmo estudo revelou que 72% delas encontraram aumento da depressão associado ao uso excessivo de telas.
Infelizmente, os danos não param por aí. Adolescentes e jovens são muito atraídos pelas redes sociais, e é esse espaço que pode estar motivando o elevado aumento de problemas mentais e emocionais entre eles. Adolescentes, principalmente do gênero feminino, comparam-se a um "padrão estético perfeito" oferecido por influencers, mesmo quando esse padrão é praticamente impossível de se alcançar. O resultado disso é autoestima fragilizada, o que só complica a construção de identidade desse grupo.
Não fica difícil concluir que a tecnologia pode trazer muitos problemas psicológicos, como citado anteriormente, por isso especialistas, como o psicólogo e professor da Uninter, Ivo Carraro, alertam que "O celular ativa continuamente o Sistema de Recompensa, estrutura do cérebro que recebe toda atividade prazerosa. Esse estímulo constante é o que gera dependência, em um processo similar à atuação de drogas ilícitas".
Logo, podemos sim pensar que a tecnologia recente é boa e prática, entretanto é preciso sempre manter-se em alerta, vigilante e crítico. Adultos precisam ajudar a proteger tanto a saúde mental da criança quanto a física, evitando dificuldades futuramente; adolescentes precisam ter limites quanto ao uso, para assim usufruir ao máximo as potencialidades dessa ferramenta. Se assim não for, corremos o risco de a qualquer dia ler mais um anúncio da OMS (Organização Mundial de Saúde) declarando que estamos vivendo mais uma pandemia, aquela que não nos deixará enxergar nada além das telas. Pense nisso.
Júlia de Oliveira
Evolução tecnológica e evolução do aprendizado: é possível andarem juntas?
No dia 15 de dezembro foi promulgada a Lei 15100/2025 restringindo o uso de celular nas escolas por conta do excesso de uso dos aparelhos, pois foi identificado que esse uso abusivo causava muitos problemas em escolas. Relatos mostraram que muitos alunos não prestam atenção nos professores. Sabe-se que o uso dele às vezes é bom e ruim ao mesmo, porque a maioria dos adolescentes fica com um probleminha no pescoço ou na vista e também no aprendizado.
Não se pode negar que a internet, bem como o uso do celular, produziu na sociedade muitas vantagens em sua evolução, por exemplo, com o uso do celular é possível acessar que algumas coisas ajudam no aprendizado dos adolescentes e crianças, porque a maioria dos adolescentes realizava pesquisa de diversos tipos de títulos das matérias. Na medicina, indústria, agricultura e outras áreas, as telinhas foram muito bem vindas e trouxeram muito progresso.
Porém, não tem só vantagens, existe um lado negativo disso é que atrapalha alguns dos professores na hora da explicação, já que o uso dos aparelhos eletrônicos tirava muito o foco dos adolescentes. Além disso, havia pessoas que se tornaram antissociais, e também muitas das vezes alguns alunos não faziam tarefa, tanto de casa como de escola, e quase a maioria das crianças não se desenvolvia, alguns alunos repetiam de ano por não prestarem atenção na matéria.
Tudo isso comprova-se com dados estatísticos que colaboraram na elaboração da lei citada no primeiro parágrafo, tal como as informações do PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes) no relatório de 2022, no qual concluiu-se que alunos que passaram mais de cinco horas diárias conectados obtiveram, em média, 49 pontos a menos em matemática do que aqueles que utilizam o dispositivos por até uma hora.
Portanto, essa lei, na minha opinião, foi muito boa, porque agora os alunos se enturmam com mais frequência, prestam mais atenção nas matérias, não ficam mais mexendo no celular na hora da explicação. Com essa mudança, os adolescentes vão conseguir entender mais a matéria e vão conseguir evoluir tanto em notas quanto no aprendizado. Indo além das telas eles podem conquistar muito mais vitórias.
Kauany Feliciano
A tecnologia será mesmo a única vilã?
Enciclopédias, dicionários, arquivos, fichários, bibliotecas físicas, esses eram alguns exclusivos instrumentos utilizados, há algum tempo, para tirar alguma dúvida sobre um assunto, o que não era, exatamente, algo tão democrático, uma vez que esses recursos tinham um custo financeiro que não estava ao alcance da maioria dos brasileiros. Hoje, só alguns toques na tela de um celular bastam para acessar um vídeo ou site com todas as informações que se buscam, e melhor, com um custo muito mais acessível. Contudo, será que esse avanço é algo bom? Tudo que existe possui seus lados positivos e negativos e é claro que o mundo virtual não ficaria de fora. Existem vários assuntos nos quais podemos aprofundar, mas o escolhido será sobre a recente lei que proíbe o uso de aparelhos eletrônicos nas escolas.
Obviamente, o celular vinha atrapalhando o desenvolvimento pedagógico do estudante, mas será que proibir seria mesmo a melhor opção? Desenvolver um sistema de educação tecnológica não seria uma ideia melhor? É verdade que para muitos essa lei melhorou seu desenvolvimento acadêmico, para alguns na força do ódio, mas melhorou. Mas será mesmo que o estudante não comprometido em aprender vai prestar atenção na aula agora, no lugar de se distrair com outra coisa?
Certamente, não. Às vezes, o problema da falta de concentração do jovem é por causa do modo de ensino. Uma abordagem que não o entretenha, entediante e monótona, não restam dúvidas: o adolescente não irá focar e até o ventilador girando será uma distração. "Não é proibir o celular na sala de aula que vai garantir que os estudantes tenham mais atenção nas aulas ou que se interessem mais pela escola. O que vai trazer essa solução que a gente tanto busca, que é trazer de novo o interesse da nossa turma para dentro da sala de aula, é trazer um ambiente mais tecnológico para a escola, dentro da sala de aula, é melhorar a dinâmica e a didática das nossas aulas, é garantir uma formação mais lúdica dos nossos estudantes”, afirma o presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Hugo Silva.
Outrossim, não é de hoje que as instituições de ensino desrespeitam vários direitos dos estudantes. Como por exemplo, a retirada do celular do próprio aluno - tendo ele usado ou não o aparelho -, o que fere o artigo 17, do capítulo 2 do Estatuto da Criança e do Adolescente, que abrange a preservação dos objetos pessoais, o que cabe às escolas é aplicar punições pedagógicas, como advertências, mas acho que ninguém de fato respeita isso. Muitas escolas revisam os alunos e retiram o aparelho do dono, para armazenar em algum lugar no qual, se houver danos ao objeto, o instituto não se responsabiliza. A meu ver, esse não é o melhor caminho para uma educação democrática e segura.
É verdade que a tecnologia afeta o desenvolvimento social do aluno, são muitos os estudos sobre o uso excessivo da tecnologia por adolescente concluindo que eles podem desenvolver comportamento antissocial, ansiedade, depressão e outros problemas que não atingem somente o convívio social. No entanto, enturmar-se para pessoas tímidas e reservadas requer muito de si, a ansiedade de falar algo errado ou desinteressante leva à procrastinação do ato. Não é tão simples assim, como apenas deixá-lo sem celular para conversar mais com alguém.
Por fim, este texto apresentou apenas motivos contrários à proibição da nova lei, mas é claro que existem vários benefícios, já que como citado anteriormente, tudo possui prós e contras. Seu ponto alvo é esclarecer que o ideal seria pensar uma ideia que trouxesse um resultado mais eficiente, não só dentro dessas instituições, mas no próprio dia a dia dos jovens, dando a eles mais autonomia e inteligência para fazer melhor uso do tempo livre com ou sem tecnologia digital.
Larissa Bueno
Carpe diem (aproveite o momento)
O mundo além das telas é um termo utilizado para se referir às pessoas que vivem na Internet e àquelas que vivem fora. A Internet é um meio de comunicação virtual através de redes sociais como Instagram, Facebook, WhatsApp e o X, antigo Twitter, pois esses são os aplicativos mais famosos do mundo onde é possível conversar com os familiares, pessoas, etc. Não se pode esquecer do YouTube, uma plataforma que transmite vídeo, onde muitas pessoas como Renato Garcia, Enaldinho, Jazzghost, Júlio Cocielo ficaram famosos e ricos, postando vídeos lá e também em outras redes sociais.
Primeiramente, vale destacar que as redes sociais podem prejudicar a vida social dos jovens e adultos que ficam 24 horas no celular e esquecem do mundo. Muitas pessoas sofreram e ainda sofrem golpes, racismo, exposição da vida da pessoa através das redes sociais, fatos que até mesmo podem levar à morte por sofrerem bullying, já que outros seres humanos criam contas fakes para cometer atos de racismo, zoação, expondo a vida social da outra pessoa, as quais podem cometer suicídio por não gostarem de serem expostos nas redes sociais. Essa realidade é preocupante demais, pois de acordo com o site “www.avast.com”, em média, um quarto das crianças e adolescentes praticam cyberbullying com alguém nos últimos cinco anos. Em 2021, 16% dos estudantes do ensino médio disseram que foram vítimas de bullying eletrônico nos últimos 12 meses, meninas (20%) sofreram mais bullying online do que meninos (11%).
Além disso, muitas crianças, jovens e adultos esquecem de viver, de aproveitar a infância e a família para ficar 24 horas seguidas nas redes sociais e em sites pornográficos, para satisfazer os seus prazeres momentâneos, principalmente os adolescentes na puberdade. Há, também, pessoas que morreram por tirar fotos fazendo sinais sem saber o significado delas e postando no Instagram, pois lá tem a porcentagem maior de casos. A prática também é fortemente associada à indicadores de saúde mental comprometida. Adolescentes que informaram não ter amigos, que acreditam que ninguém se importa com eles e que a vida não vale a pena também sofrem com cyberbullying. Isso é reforçado no discurso de Deborah Malta, pesquisadora da UFMG: “Esses resultados estão em conformidade com a literatura, que identificou que essas vítimas tiveram um aumento substância nos rios relacionados com depressão, ideações suicidas, tentativas de suicídio e automatização”.
Portanto, a lei que restringe o uso de celular nas escolas foi certeira, pois os alunos se concentraram mais nas aulas e não ficam querendo acessar toda hora os seus aparelhos. Além disso, os professores não precisam atrapalhar a aula para chamar a atenção dos alunos. Todos saem ganhando, pois é bom sim consultar no celular, fazer pesquisas, jogar, conversar com os amigos familiares, porém tem um limite de tempo na Internet ,pois existe uma vida além das telas. E é nessa vida real que as melhores experiências acontecem, pois uma hora o tempo chega e quando chegar não vai ter como voltar.
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